Friday, August 27, 2004

etica_guerras_terrorismo_cultura_ocidental_war_krieg_ter_cul_west

ÉTICA, GUERRA, TERRORISMO E CULTURA OCIDENTAL

A ética, termo erudito da moral, é no essencial o comportamento recomendado em cada meio. Cada indivíduo tem a sua moral que pode ser mais ou menos concordante com a do meio em que vive, com o passado familiar ou colectivo, mais ou menos conforme ao presente ou orientada para o futuro, mais ou menos concordante com a família, local, nação ou global.
No passado as fronteiras foram quase sempre determinadas por guerras, a sobrevivência individual estava muito dependente da nação e o patriotismo foi considerado um dos valores éticos mais apreciados. Os meios de informação e a dita "cultura" contribuiu para transformar em heróis personagens que encarnavam esses valores. Recordo a minha primeira manifestação política inconsciente: frente à Sé da Guarda no meio de outras crianças tão inconscientes como eu a rezar pela beatificação de D. Nuno Álvares Pereira. Passados mais de 40 anos compreendo as motivações ocultas, inconscientes ou culturais daquela acção político religiosa: a política de Salazar pelo orgulhosamente sós juntou-se à Igreja Católica para ressuscitar um morto cuja ideologia convinha aos seus projectos: orgulho de um povo que tinha vencido Espanha e se considerava forte para enfrentar o mundo e continuar com a colonização.
Aquela minha manifestação política inconsciente faz-me lembrar as de 68 com bandeiras de Estaline e Che Guevara, do G8 de Génova com a sucessiva transformação de um marginal delinquente em herói, dos pacifistas com bandeiras de terroristas e guerrilheiros a queimarem a bandeira dos USA. Todos se consideram do lado do bem, justo, ético, moral... mas quanta inconsciência semelhante à minha de criança? Que pensarão daqui por 40 anos da ética actual?
As éticas políticas predominantes no após guerra eram comunistas ou capitalistas, dos chamados explorados e exploradores. Com a queda do comunismo e a globalização da informação deixou de ser possível manter as mentiras de parte a parte. Os falidos do comunismo uniram-se aos no-global e terroristas islâmicos ou regionais porque pensam que é justo lutar contra os vencedores, os regimes mais ricos e eficientes. As multinacionais tornam-se um dos principais objectivos. Os slogans de um século atrás só continuam em países mais atrasados. As multinacionais abandonam os regimes mais instáveis e menos seguros. E aqui surge uma diferença actual entre esquerda e direita: os USA lideram os que pensam que é seu dever moral impor democracias onde reinam ditaduras, genocídios e apoio do terrorismo; as esquerdas, sobretudo as da oposição europeia actual , opõem-se à guerra talvez mais para se oporem ao partido de direita no poder e aos USA. Dizem que o terrorismo resulta das guerras e injustiças e os americanos são colonizadores.
Quando Clinton, (esquerda americana), e D´Alema, (esquerda italiana), com poio da maioria "occidental", fizeram a guerra no Kosovo, algumas esquerdas acusaram-nos de assassinos. Esquecem que uma guerra com 10.000 mortos pôs fim a uma guerra que já tinha matado 250.000.
Essa divisão entre pacifistas da esquerda e da direita tem variado ao longo da História: os comunistas italianos aplaudiram as invasões da Hungria e Checoslováquia da parte da ex-URSS. Mas estiveram em primeira linha contra a guerra do Vietname.
Hoje, 2004-08-26, penso que os USA, (1), representam a vanguarda da cultura "ocidental", (2), não só do ponto de vista económico mas também de ética global. Os interesses económicos representam e representaram quase sempre a motivação principal das guerras mas pode ser mais ou menos ética. O petróleo do Iraque no tempo de Saddam serviu para guerras, terrorismo, corrupção, luxo de uns com a miséria de outros. Segundo senti várias vezes na tv de Itália uns 70% do petróleo serviu para esses fins. Não duvido que com os USA servirá melhor os mercados internacionais e reconstrução do Iraque.
Mais:
CARTA ABERTA À ONU
TEMPO E ÉTICA GLOBAL
Para uma web-linguagem global

Sugiro o termo: mais, zap, z@p, zaping, more, mmm, links, ou >>> para significar links, bibliografia ou informações de aprofundamento na sequência do assunto tratado. Proponho a constituição de uma comissão internacional, (dependência da ONU ou UNESCO), que trabalhe para a criação de um dicionário ou enciclopédia da linguagem global contribuindo assim para a generalização do termo com mais vantagens. Enquanto não existir nenhuma hierarquia linguística global proponho a colaboração de voluntários para a criação da futura linguagem global e promoção das ideias que cada um considera melhores. Proponho que cada um escreva por ordem de prioridade os termos que considera melhores, a começar pelo mais compreensível ou pelo que em sua opinião deve tornar-se termo universal prioritário. Por exemplo eu hoje escreverei: "Mais, (>>>, zap, mmm)" porque é mais compreensível em português mas pode acontecer que no futuro seja difuso o símbolo >>> ou zap, (avreviatura de zapping), mmm, (primeira letra de more repetida 3 vezes).
Mais:
USA (não EUA).
Colabore com as suas ideias ou traduza e comente as minhas:
SPAM, SPIM OU CRIME? JUSTIÇA E POLÍCIA SEM FRONTEIRAS PRECISAM-SESPAM E ONU, GLOBALIZAÇÃO E GOVERNO MUNDIAL
ONU, WEB-GLOBALIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO, ÉTICA E JUSTIÇA
JUSTIÇA OU ESTUPIDEZ? (SONDAGEM PROVOCATÓRIA)BILL GATES, MICROSOFT, ALTERNATIVAS, DIREITOS DE AUTOR, COPYRIGHTS, JUSTIÇA, CAPITALISMO, COMUNISMO E ANARQUISMO
"JUSTIÇA SEM FRONTEIRAS" :HTTP://XOOMER.VIRGILIO.IT/JIIMM/JSF.HTM
DIÁRIO DE LUTA CONTRA O SPAM: HTTP://XOOMER.VIRGILIO.IT/JIIMM/DL0305.HTM
CONRA O SPAM
SPAM, ÉTICA GLOBAL E CONSUMISMO
JUSTIÇA SEM FRONTEIRAS

Thursday, August 26, 2004

ÉTICA, GUERRA, TERRORISMO E CULTURA OCIDENTAL


A ética, termo mais erudito ou filosófico para moral, é no essencial o comportamento recomendado em cada meio para maior utilidade social. Com a globalização da Internet e novas tecnologias a moral, ética ou deontologia local contrasta muitas vezes com o interesse global ou universal.
A ONU pode ser a principal promotora de uma ética e moral de maior utilidade social global de Internet e novas tecnologias, de melhor convivência de todos os povos sem guerras, terrorismo e contínuas lutas que podem terminar no benefício dos mais fortes.
Cada indivíduo tem a sua moral que pode ser mais ou menos concordante com a do meio em que vive, com o passado familiar ou coletivo, mais ou menos conforme ao presente ou orientada para o futuro, mais ou menos concordante com a família, local, nação ou global.
No passado as fronteiras foram quase sempre determinadas por guerras, a sobrevivência individual estava muito dependente da nação e o patriotismo foi considerado um dos valores éticos mais apreciados. Os meios de informação e a dita "cultura" contribuiu para transformar em heróis personagens que encarnavam esses valores. Recordo a minha primeira manifestação política inconsciente: frente à Sé da Guarda no meio de outras crianças tão inconscientes como eu a rezar pela beatificação de D. Nuno Álvares Pereira. Passados mais de 40 anos compreendo as motivações ocultas, inconscientes ou culturais daquela acção político religiosa: a política de Salazar pelo orgulhosamente sós juntou-se à Igreja Católica para ressuscitar um morto cuja ideologia convinha aos seus projectos: orgulho de um povo que tinha vencido Espanha e se considerava forte para enfrentar o mundo e continuar com a colonização.
Aquela minha manifestação política inconsciente faz-me lembrar as de 68 com bandeiras de Stalin e Che Guevara, do G8 de Génova com a sucessiva transformação de um marginal delinquente em herói, dos pacifistas com bandeiras de terroristas e guerrilheiros a queimarem a bandeira dos USA. Os manifestantes pela liberdade com as bandeiras de Stalin não sabiam que foram condenados à morte 17 milhões de pessoas por divergências de opinião. Um número incomparavelmente superior ao nazismo do tempo de Hitler onde os condenados à morte por opinião forma pouco mais de 5.000. Todos se consideram do lado do bem, justo, ético, moral... mas quanta inconsciência semelhante à minha de criança? Que pensarão daqui por 40 anos da ética actual?
As éticas políticas predominantes no após guerra eram comunistas ou capitalistas, dos chamados explorados e exploradores. Com a queda do comunismo e a globalização da informação deixou de ser possível manter as mentiras de parte a parte. Os falidos do comunismo uniram-se aos no-global e terroristas islâmicos ou regionais porque pensam que é justo lutar contra os vencedores, os regimes mais ricos e eficientes. As multinacionais tornam-se um dos principais objectivos. Os slogans de um século atrás só continuam em países mais atrasados. As multinacionais abandonam os regimes mais instáveis e menos seguros. E aqui surge uma diferença actual entre esquerda e direita: os USA lideram os que pensam que é seu dever moral impor democracias onde reinam ditaduras, genocídios e apoio do terrorismo; as esquerdas, sobretudo as da oposição europeia actual , opõem-se à guerra talvez mais para se oporem ao partido de direita no poder e aos USA. Dizem que o terrorismo resulta das guerras e injustiças e os americanos são colonizadores.
Quando Clinton, (esquerda americana), e D´Alema, (esquerda italiana), com poio da maioria "occidental", fizeram a guerra no Kosovo, algumas esquerdas acusaram-nos de assassinos. Esquecem que uma guerra com 10.000 mortos pôs fim a uma guerra que já tinha matado 250.000.
Essa divisão entre pacifistas da esquerda e da direita tem variado ao longo da História: os comunistas italianos aplaudiram as invasões da Hungria e Checoslováquia da parte da ex-URSS. Mas estiveram em primeira linha contra a guerra do Vietname.
Hoje, 2004-08-26, penso que os USA, (1), representam a vanguarda da cultura "ocidental", (2), não só do ponto de vista económico mas também de ética global. Os interesses económicos representam e representaram quase sempre a motivação principal das guerras mas pode ser mais ou menos ética. O petróleo do Iraque no tempo de Saddam serviu para guerras, terrorismo, corrupção, luxo de uns com a miséria de outros. Segundo senti várias vezes na tv de Itália uns 70% do petróleo serviu para esses fins. Não duvido que com os USA servirá melhor os mercados internacionais e reconstrução do Iraque.
Em Itália encontram-se posições extremas na escritora mais famosa e que vende mais livros sobre o assunto: Oriana Fallaci e no fórum www.itlaia.indymedia.org .
Mais, zap, (3):


"JUSTIÇA SEM FRONTEIRAS" :HTTP://XOOMER.VIRGILIO.IT/JIIMM/JSF.HTM
DIÁRIO DE LUTA CONTRA O SPAM: HTTP://XOOMER.VIRGILIO.IT/JIIMM/DL0305.HTM
ONU, GLOBALIZAÇÃO E GOVERNO MUNDIAL
ONU, WEB-GLOBALIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO, ÉTICA E JUSTIÇA
CONRA O SPAM
SPAM, ÉTICA GLOBAL E CONSUMISMO
JUSTIÇA SEM FRONTEIRAS  

Nota: Escrevo USA e não EUA porque penso que uma linguagem global prioritária será um dos meios mais necessários e importantes para construirmos uma fraternidade universal futura. Para isso convido todos os povos a usarmos o mesmo termo, de preferência o que já é mais usado, e não traduzirmos palavras novas. Se concorda divulgue esta ideia e se não concorda comente-a. Mais, (zap, >>>, (3), para saber mais sobre o assunto): http://xoomer.virgilio.it/jiimm/wl.htm .
Sugiro o uso de USA em vez de EUA porque:
Tempo é vida e se todo o mundo deixar de traduzir siglas, nomes próprios, novos nomes, etc. economizamos milhões de horas no futuro. Mais:
O mundo globaliza-se e uma língua global pode ser o melhor meio de favorecer uma melhor convivência global.
O uso standard de termos internacionais facilita os programas de pc, uso de Internet, pesquisa, investigação, etc. Na medida em que caminharmos para uma linguagem única estamos a oferecer um presente de eficiência e economia de tempo às gerações futuras.
Cultura "ocidental": originária da Europa Ocidental, talvez possamos colocar o início nos valores proclamados pela Revolução Francesa, exportada primeiro para os USA e para parte do Oriente, especialmente Japão. Caracteriza-se sobretudo pela democracia política e pela liberdade de opinião, de culto e de ideologia. No seu oposto encontra-se o terrorismo islâmico dos que odeiam e lutam contra os "infiéis" por motivos religiosos revivendo as guerras religiosas da Idade Média, regressando ás origens dos profetas guerreiros islâmicos. Com a globalização muitos orientais islâmicos moderados assimilaram a cultura ocidental e muitos ocidentais uniram-se aos terroristas islâmicos contra a civilidade Ocidental. Há fóruns ocidentais a quase 100% contra USA, Israel, falando de Saddam ou Osama Bin Laden quase só para os defenderem e dizerem que são um produto americano. De facto o pragmatismo americano usou-os quando a prioridade política era a luta contra o comunismo.
Sugiro o termo: zap, ou z@p, ou zaping, ou more, ou mmm, ou >>> ou mais para links, bibliografia ou informações para aprofundamento na sequência do assunto tratado. Proponho a constituição de uma comissão internacional, (dependência da ONU ou UNESCO), que trabalhe para a criação de um dicionário ou enciclopédia da linguagem global contribuindo assim para a generalização do termo com mais vantagens. Enquanto não existir nenhuma hierarquia linguística global proponho a colaboração de voluntários para a criação da futura linguagem global e promoção das ideias que cada um considera melhores. Proponho que cada um escreva por ordem de prioridade os termos que considera melhores, a começar pelo mais compreensível ou pelo que em sua opinião deve tornar-se termo universal prioritário. Por exemplo eu hoje escreverei: "Mais, (>>>, zap, mmm)" porque é mais compreensível em português mas pode acontecer que no futuro seja difuso o símbolo >>> ou zap, (avreviatura de zapping), mmm, (primeira letra de more repetida 3 vezes).

USA e ONU são dois exemplos muito diferentes de globalização. Com o contínuo desenvolvimento de Internet e novas tecnologias torna-se cada vez mais urgente um governo, justiça, ética, moral, deontologia, civilidade e boas maneiras de comportamento online e em tudo o que tem mais consequências globais, não tem fronteiras. Mas será melhor o pragmatismo de USA ou burocracias da ONU?