Thursday, October 28, 2004

Saddam na justiça muçulmana, portuguesa e americana
Saddam é o primeiro ditador muçulmano a ser julgado pelo seu povo. Os americanos livraram o povo do seu ditador e entregaram-lho num prato dourado depois de pagarem 25 milhões pela sua prisão, centenas de vidas humanas dos seus soldados, milhares de traumatizados, milhões de polémicas, biliões de dólares...
Estes factos podem ter outras interpretações: os americanos precisavam de petróleo e de dominar o Médio Oriente, investiram para se apoderarem das riquezas e instaurar um governo fantoche com um tribunal fantoche que garantirá os interesses americanos.
Em minha opinião as duas interpretações têm muito de verdade e nenhuma detêm toda a verdade. Penso que os americanos estão na vanguarda não só económica mas de uma nova ética global: o petróleo do Iraque não é de Saddam e de sua família mas do mundo. Entrará nos mercados internacionais favorecendo todo o mundo e não uma família ou os terroristas.
Um dissidente contou na TV de Itália como Saddam fez desaparecer uma centena do seu partido que numa reunião discordavam da sua linha política. Se fosse julgado como julgou os dissidentes da sua política já estava morto. Por injusto que seja o seu julgamento será melhor do que no seu regime.
Curioso que tenha estado por muito tempo em primeiro lugar na primeira página do http://portugal.indymedia.org um tribunal para o defender, e consideram os eleitos democraticamente "escumulha burguesa e fascista" ( http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=40496&cidade=1
Tribunal Internacional sobre o Iraque, no Porto ).
Durante mais de 20 anos tive dos árabes duas imagens contrastantes: os pobres emigrantes magistralmente retractados no infelizmente desconhecido filme "O autocarro", e os príncipes hereditários do petróleo com todas as suas famílias a exibirem as suas riquezas nos postos mais luxuosos do Ocidente: jogarem fortunas a Las Vegas, rodeados de dezenas de mulheres nos night-clubs, etc. Recordo um árabe com seu vestuário típico num night-club de Viena rodeado de "alternantes" que me deitou ao chão uma gorjeta de cem dólares. Apanhei-a e consolei-me da humilhação com a satisfação de ter triplicado o salário daquele dia. Recordo histórias dos que ofereciam Rolls-Roices às amantes, dos que mandavam fechar os night-clubs para terem dezenas de mulheres por sua conta, com dezenas de garrafas de champanhe...
Hoje fala-se muito da riqueza de Bill Gates e de Berlusconi que fizeram fortuna do nada com o seu trabalho e orientação do trabalho dos outros para benefícios sociais. Fala-se pouco daqueles que fizeram fortuna por herança ou porque mataram adversários para se apoderarem de riquezas naturais, como foi o caso de Saddam.
A "resistência" iraquiana é considerada justa por 94% de uma sondagem de uma TV árabe, mesmo quando sequestram as voluntárias ocidentais que vão ali ajudar os seus pobres. Mas o que mais estranho no Ocidente livre e democrático é encontrar tanto apoio a ditadores e bárbaros que tomam o poder assassinando adversários e sequestrando voluntárias para exigirem resgates e tomarem o poder.
>>>Mais:
Cultura e ética indy, no-global e americana
Crianças de Bagdade, bárbaros islâmicos e colhões ocidentais - Friday, September 10th 2004 Globalizar civilização ou barbárie? Anti-americanismo e estupidez ou ignorância ? Ruanda, anti-americanismo, pacifismos parciais e a arte de deformar a informação
Civilidade ocidental, islâmica e terrorista USA: ódio irracional, anti-americanismo primitivo, e deformação da informação USA: I love you. Resposta a tanto anti-americanismo actualONU, torturas, Berlusconi, superioridade da civilização ocidental: inteligência, hipocrisia ou diplomacia?
Hitler, pacifistas de Che Guevara, terrorismo, FBI, liberdade de informação, Indymedia, ONU e ...

Saturday, October 23, 2004

Globalizar civilização ou barbárie? Anti-americanismo e estupidez ou ignorância ?

Comentários a Miguel Urbano Rodrigues: Intervenção no Encontro Internacional «Civilização ou Barbárie», Serpa, 24 de Setembro de 2004 http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=50255&cidade=1
Certas interpretações parecem-me deturpadas da realidade:
"A história da humanidade apresenta-se indissoluvelmente ligada a desafios que na aparência se apresentavam como insuperáveis. A Revolução francesa de 1789 nasceu como um desses desafios. O mesmo se verificou com a Revolução Russa de Outubro de 1917. E ambas venceram."
Que vitória? Na França Napoleão moveu guerra a meio mundo, tornou-se um imperador omnipotente e depois deixou a França mais pequena e milhões de mortos de Lisboa a Moscovo. A "Grande Revolução Russa" causou cem milhões de mortos e a miséria que conhecemos.
Agora até os USA têm culpa do terrorismo na Rússia? Porque não atribuem as culpas das guerras aos ataques terroristas e à declaração de guerra santa contra "infiéis" do Ocidente? Depois de darem aos USA as culpas dos 3 milhões de mortos no Camboja num regime de ditadura comunista e de outros 3 milhões em Angola e Moçambique depois que a presença portuguesa foi substituída pela russa, cubana e da ex-DDR, (parte da Alemanha que era comunista), agora até o terrorismo internacional se atribui a quem foi mais vítima e mais o combate:
"As agressões militares dos EUA a povos com o iraquiano e o afegão contribuíram, após o 11 de Setembro, para multiplicar e disseminar o terrorismo em escala mundial. Em ultima análise é a política imperial neonazi de Washington a responsável pela proliferação de atentados terroristas praticados por seitas de fanáticos fundamentalistas, incluindo sequestros monstruosos com desfechos de tragédia como o da Ossétia do Norte."
Os USA tinham dado 42 milhões de dólares ao Afeganistão pouco antes de receberem os ataques terroristas. Por isso pensaram que era melhor pagar para uma guerra que lhes desse democracia antes de dar esmolas para terroristas.
"O velho brado antinómico de Rosa Luxemburgo «Socialismo ou Barbárie» não perdeu actualidade."
De facto vê-se quem comete mais atrocidades, quem está do seu lado e quem as combate:
"Koffi Annan, não obstante ser um secretario geral submisso, foi categórico ao declarar que a Organização não voltará em tempo previsível a instalar em Bagdad uma missão permanente. A memória do ataque contra a sua sede, quando morreu o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, desaconselha o regresso."
O cúmulo da barbaridade está no sequestro e morte de voluntários humanitários ocidentais , de crianças, de inocentes, de pobres sem culpas dos ódios racistas, ideológicos ou religiosos. Com satisfação notei movimentos islâmicos a criticarem essas barbaridades. Com vergonha notei co... co... (colhões e cobardes), ocidentais cúmplices dessas barbaridades.
No Afeganistão não se cometem hoje menos barbaridades do que no tempo dos talibâs? Ou em certo "Ocidente só faz notícia o que é contra USA? Pouco antes dos ataques terroristas de 11/9 li no interior de um pequena notícia que 8 ocidentais voluntários humanitários estavam para ser condenados à morte só porque possuíam Bíblias católicas. O assunto só chegou aos títulos de jornais e noticiários depois que eu escrevi e-mails aos meios de informação muito escandalizado por darem tantas primeiras de protesto contra USA por condenarem à um assassino italo-americano ou uma afro-americana e condenarem só no interior de um jornal em pequena notícia a condenação à morte de 8 voluntários humanitários.
A associação humanitária "Médicos sem Fronteiras" teve que sair do Afeganistão por causa das contínuas ameaças e de matarem 5 médicos. Mas para muitos islâmicos e alguns ocidentais são mais barbaridades e fazem mais notícia se os americanos "torturavam" os prisioneiros com humilhações psicológicas e talvez algumas físicas mas que nem nada se comparam com a tortura de milhares até à morte por simples discordância política, por concorrência nos amores ou simples distúrbio com a música alta, como de facto o próprio Saddam se defendeu dizendo que aplicava até contra os filhos tendo condenado um a uns dias de prisão por ter matando um iraquiano só porque o disturbou com a música alta.
Estas informações são menos importantes do que as campanhas para a defesa de Saddam e os elogios à resistência no Afeganistão e Iraque: " Mas em ambos os casos a resistência das populações impediu a execução dos chamados planos de reconstrução, na realidade de recolonização." Uma "recolonização" de que os USA têm exemplos que só por estupidez ou ignorância não são reconhecidos: comparem a ex-DDR, (Alemanha comunista), com a BRD, (Alemanha "colonizada pelos USA), ou comparem outras partes do Globo que antes estiveram unidas e que depois se separaram com a influência americana: Albânia-Itália, Alemanha-Checoslováquia-Polónia-Hungria-Áustria. Veja-se outros povos onde a influência americana se fez sentir com mais importância: Japão, Suíça, etc.
Penso que só por estupidez e ignorância se pode afirmar: "Lutar contra o sistema de poder que tem o seu pólo em Washington tornou-se, portanto, uma necessidade ligada à sobrevivência da humanidade."
Penso que nem tudo é bom e se pode aplicar ao resto do mundo mas se deve aprender da eficiência americana para criar uma federação de governos que aproveite melhor e com mais justiça os benefícios da globalização e resolva os problemas e injustiças.
Penso que só por anti-americanismo primitivo, estupidez ou ignorância se pode afirmar:
"O golpe mais duro que atingiu a extrema direita estadunidense foi, entretanto, a divulgação das torturas infligidas aos prisioneiros iraquianos. Os media passaram a chamar «abusos» à tortura, mas o artificio não funcionou. Ficou transparente que a soldadesca norte-americana ,com a cumplicidade do alto comando, recorria a métodos que somente encontram precedente nos utilizados pelas SS nazis no III Reich alemão."
Enquanto os nazis mataram milhões de inocentes os americanos "não produziram uma gota de sangue nem partiram nenhum osso", (segundo testemunha dos factos nas prisões do Iraque). Ao contrário dos nazis que mataram milhões de inocentes por ordens superiores e sempre defendidos pelas ordens superiores, os americanos reconheceram as ilegalidades e condenaram os seus soldados. Ao contrário dos co... co... ocidentais que à semelhança dos 94% de uma sondagem de uma TV árabe toleram os rapto de ocidentais incluso voluntários humanitários como as duas italianas.
"Os grandes jornais, incluindo The New York Times, adoptaram uma atitude ambígua. De modo geral apresentaram a tortura como excepcional, sublinhando que suscitara a adequada resposta de uma justiça democrática." Para certa informação italiana essas humilhações psicológicas com títulos de "horríveis torturas" foram consideradas piores do "O devastador ataque à caserna dos italianos valeu como advertência. Aliás, os governos das Filipinas, das Honduras, da Republica Dominicana e da Nicarágua já retiraram os seus contingentes, seguindo o exemplo espanhol. Os ucranianos vão também sair."
Poucos sabem dos hospitais, alimentos, medicamentos e outras ajudas humanitárias que os Italianos estavam a proporcionar à população do Iraque. Aquele ataque estragou os benefícios que muitos estavam a receber.
Aquele ataque foi saudado por alguns co... e co... italianos que escreveram slogans a desejar: "10, 100, 1000 Nassiryia". Ofenderam a memória de mortos com uma ética superior foram para o Iraque com a intenção de estabelecer a paz e permitir a reconstrução, como depois se viu em documentários das testemunhanças dos que morreram.
... "As condições objectivas são favoráveis no momento em que o povo do Iraque, numa resistência que assume as proporções de uma insurreição contra os invasores, surge como herói colectivo, batendo-se pela humanidade inteira. É necessário que a maré do protesto volte a subir. O momento é muito propicio para isso. A insurreição do povo iraquiano desorientou Washington, que perdeu a iniciativa, passando á defensiva no plano político, e sofrendo duros golpes no terreno militar. No primeiro aniversário da agressão ao Iraque milhões de pessoas voltaram a tomar as ruas em muitas cidades. Em Roma foram quase três milhões, em Barcelona 150 000, em Madrid 100 000. É significativo que a Itália e a Espanha ,por iniciativa de governos de direita, tenham enviado para o Iraque importantes contingentes militares.
Mas a jornada de protesto não apresentou, contudo, a nível mundial a amplitude das do ano anterior."Recordo que em 2003 na capital da Roménia, a Bucareste, só se manifestaram uns 100 pacifistas contra a guerra no Iraque e foram seguidos de outra manifestação de outros tantos de apoio a Bush. O director de uma publicação da Roménia recorda que o povo teve a experiência da ditadura de Ceausescu e muitos desejaram que viessem os americanos a libertá-los da ditadura como tinham feito antes em parte da Europa e depois fizeram no Iraque com Saddam. (Fonte: "Valori comuni dell´Occidente", em "Corriere della Sera" 2004-10-16). Ao contrário da maioria actual discordo de: "A guerra do Iraque assume cada vez mais os contornos de uma guerra perdida. Tal como ocorreu no Vietnam..."
Até o Vietname cada vez me parece mais uma batalha perdida por uma guerra vencida: foi um campo de batalha entre capitalismo americano contra comunismo da URSS e China. Sem aquela guerra o mundo seria certamente diferente mas duvido se para melhor ou pior.
"Cuba é o terceiro vértice do triângulo que preocupa os estrategos estadunidenses. O povo da Ilha não se submete, não abdica do direito de construir e defender o socialismo. Na perspectiva de Washington a sobrevivência da sua revolução , aguentando o mais prolongado bloqueio de que ha memória, oferece um perigoso exemplo para a América Latina. Demonstra que é possível resistir vitoriosamente seguindo um caminho próprio. Cuba é o único pais do Hemisfério onde o direito á vida ,à saúde ,à educação ,à cultura é pilar de um conceito revolucionário dos direitos humanos que não é farisaico como o das democracias formais do mundo capitalista."
Condenam à morte os que tentam e chamam-lhe: "um conceito revolucionário dos direitos humanos"? Penso que só por anti-americanismo primitivo, estupidez ou ignorância se pode afirmar isto.
"Mobilizar para acções concretas, bem coordenadas, esse formidável potencial de combatividade -- eis a grande tarefa a ser assumida pelas organizações e partidos revolucionários do Continente e pelos movimentos sociais progressistas que recusam o discurso dos reformadores do capitalismo."
Penso que é essa combatividade aliada à cultura dos pacifismo parciais de Che Guevara que dá o poder aos menos pacifistas como Saddam e os talibâs.
Quando escuto a "crise profunda do capitalismo" penso sempre na anedota que se contava na Hungria comunista pouco antes da queda do muro: "o capitalismo está à beira do abismo para ver o abismo em que caiu o comunismo".
>>> Mais:
Barbárie e cúmplices co... co... http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=50320&cidade=1
Comentários vários:
Curioso como em certo "ocidente" estas notícias ou tudo o que é feito pelos USA escandalizam mais do que horrores piores contra inocentes, crianças e as voluntárias humanitárias sequestradas no Iraque...
http://pt.indymedia.org/ler.php?numero=37951&cidade=1
"A deriva fascista do regime de George W. Bush: Os EUA restabelecem a tortura"
...
Curioso como em certos meios "ocidentais" de informações algumas humilhações psicológicas a prisioneiros feitas pelos americanos na sua luta contra o terrorismo internacional escandalizem mais do que as crianças sequestradas, violadas e mortas às centenas pelos terroristas, as centenas de mortos nos ataques de Madrid ou os milhares no 11/9
http://pt.indymedia.org/ler.php?numero=38238&cidade=1
"Cidadão sueco preso em Abu Ghraib processa Exército dos EUA por torturas"

Wednesday, October 13, 2004

Ruanda, anti-americanismo, pacifismos parciais e a arte de deformar a informação

Num jornal italiano li as declarações de um conselheiro de Clinton dizendo que se manteve à margem do que aconteceu no Ruanda porque o povo americano estava traumatizado das imagens muito divulgadas da cabeça de um americano a ser arrastada pelas ruas de uma cidade africana com grande alegria da população.
Mas grande parte dos meios de informação deu as culpas aos USA por terem permitido o genocídio sem intervir. Não sei porquê só em 1983 e 1984 apareceu nos meios de informação em Itália muitas acusações aos USA como se fossem os grandes culpados deste genocídio por não terem intervenção.
Porque razão numa Itália com tanta manifestação dos pacifista de Che Guevara a queimarem as bandeiras americanas pela intervenção americana no Kosovo, Afeganistão e Iraque acusam os USA tanto pelas intervenções militares como pela falta de intervenção?
Mas mais curios acontece no fórum http://pt.indymedia.org/ler.php?numero=35921&cidade=1&forcarcomentarios=S#50062 :
Fernando Negro em 02-04-2004 coloca uma grande notícia em inglês com o título em português: "EUA escolheram ignorar genocídio no Ruanda ..." ( http://www.guardian.co.uk/usa/story/0,12271,1182431,00.html , US chose to ignore Rwandan genocide).
Para muitos que não conhecem inglês fica a mensagem do título de acusação aos USA. Para quem ler todo o texto em inglês cheio de culpas aos USA só no final fala de apoio francês à outra parte. Note-se que este texto é tirado de um livro, imagino que é a parte mais anti-americana, e só aquela parte que mais anti-americana.
É evidente que todas as guerras trazem vantagens para uns e desvantagens para outros. É evidente que em todas as guerras uns recebem armas e apoios de uma parte e outros de outras. O facto de aparecerem dez anos depois umas interpretações tomando nitidamente partido por uma parte contra a outra é uma deformação da informação. Toda a informação, mesmo a verdadeira, mesmo a que apresenta diferentes pontos de vista deforma pela ordem, pela prioridade e pelo que escolhe.
Num fórum que me parece irracionalmente anti-americano tomei partido em sua defeza, deformando naturalmente a informação para contrabalançar. Recebi muitas ofensas que aqui deixo para a história. Eu penso que as guerras americanas do século passado livraram parte do mundo do comunismo, fascismo e nazismo. Penso que as deste século estão a alargar as democracias onde existiam ditaduras islâmicas terroristas anti-ocidentais. Mas muitos ocidentais odeiam os USA e preferem colocar-se ao lado dos terroristas islâmicos. Penso que se enganam como os pacifistas parciais contra USA quando combatia o comunismo, e indiferentes quando URSS invadiu Hungria.

Thursday, September 23, 2004

ONU, torturas, Berlusconi, superioridade da civilização ocidental: hipocrisia ou diplomacia? Inteligência ou estupidez?
A violação das leis internacionais da parte dos americanos e as torturas do Iraque, (naturalmente dos americanos e não as de Saddam), parecem ser a prioridade da ONU, (1). Num momento tão trágico do terrorismo islâmico: massacres das crianças, dos voluntários sequestrados, das cabeças cortados dos inocentes, das crianças violentadas e forçadas a pegar em armas ..., Kofi Annan prefere atacar quem luta mais contra o terrorismo islâmico. Pode ser discutível a estratégia americana, mas eu prefiro acreditar quem se demonstrou mais eficiente. Parece concordar com a teoria de parte de Itália: os abusos no de Abu Ghraib, mais humilhações psicológicas do que torturas físicas, foram consideradas piores do que o terrorismo do 11/9/2001, 11/3/2004, Cecénia, as verdadeiras torturas até à morte do tempo de Saddam. A "superioridade da civilização ocidental" na declaração de Berlusconi originou uma das maiores controvérsias internacionais desde o dia 2001-09-26 até hoje, 2004-09-23, (2). Os falidos do Ocidente, os derrotados das eleições, os desadaptados da concorrência capitalista, deturparam a mensagem de Berlusconi para voltarem contra ele o ódio de Osama Bin Laden, de certo islão e dos muçulmanos mais ligados ao terrorismo. Para eles o mais importante é destruir o capitalismo e o seu melhor representante. Para isso todos os meios são bons, incluso unirem-se aos terroristas e desculparem os assassinos de inocentes sem justa causa.
De facto a "superioridade da civilização ocidental" de que falou Berlusconi não é o cristianismo contra o islão mas de certa civilidade que é também oriental e islâmica em contra com os muçulmanos bárbaros do retorno a 1400 anos atrás numa guerra santa contra os "infiéis". A "superioridade da civilização ocidental" na declaração de Berlusconi é também daqueles muçulmanos que se manifestaram a Bagdade pela libertação das voluntárias italianos, dos talibâs saídos das prisões do Afeganistão com cartazes contra a barbaridade dos seus "irmãos" islâmicos.
A ONU poderia ser uma voz moral de união dos mais civis para reduzir a influência dos mais bárbaros e incivis. Mas o Secretário Geral da ONU preferiu satisfazer os islâmicos e seus simpatizantes ocidentais falando das ilegalidades de Bush e das torturas ou abusos na cadeia de Abu Ghraib.
Ninguém está acima da lei. USA violaram direitos internacionais nas prisões do Iraque.(http://www.panorama.it/mondo/medioriente/articolo/ix1-A020001026898 ).
"Superioridade da civilização ocidental" na declaração de Berlusconi após o 11 setembro 26 setembro 2001, fonte: WWW.force-italia.it : "Ocidente quer dizer tolerância... superioridade de sua cultura em relação aos que regressam àquela cultura que ficou parada há 1400 anos."
>>>Mais:
Civilidade ocidental, islâmica e terrorista http://usa-onu.blogspot.com/2004/09/civilidade-ocidental-islmica-e.htmlCrianças de Bagdade, bárbaros islâmicos e colhões ocidentais http://jiimm.bravejournal.com/entry/5680 USA: I love you. Resposta a tanto anti-americanismo actual http://usa-onu.blogspot.com/2004/09/2004-09-11-usa-i-love-you.html
Heróis à italiana e as voluntárias mortas no Iraque http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=45421&cidade=1

Wednesday, September 22, 2004

Civilidade ocidental, islâmica e terrorista
O confronto entre civilidade ocidental e islâmica teve expressão máxima no 11/9. Uma fracção islâmica muito popular aplaudiu o profeta da guerra santa contra os infiéis que do Afeganistão mandou os aviões contra o coração do Ocidente, a chamada "Babilónia" pela sua diversidade de culturas. Precisamente aquelas torres símbolo do melhor do Ocidente foram destruídas pelos que "amam a morte como nós amamos a vida", crêem que o seu paraíso é o nosso inferno, quanto mais "infiéis" matarem mais sobem na hierarquia do seu paraíso com as suas 75 virgens de pernas abertas a recebê-los.
No dia 2001-09-26, 15 dias depois, quando o mundo esperava a resposta do Ocidente, Berlusconi procurou unir Ocidente e islâmicos moderados contra aqueles que tinha regressado às origens de 1400 anos atrás e das sua guerras santas para reconquistar o império perdido. Grande parte do jornalismo ocidental levantou-se contra Berlusconi, deturpou a sua mensagem e transformou-a nos seus interesses: aliar os terroristas contra Berlusconi e o que ele representa: o capitalismo ocidental. As esquerdas ocidentais, frustradas pela queda do seu ídolo: URSS e com a China a tornar-se capitalista, encontraram no terrorismo islâmico um aliado para se vingarem da vitória do capitalismo e da civilidade ocidental que estava a conquistar muitos islâmicos moderados. Por razões que já expliquei em parte mas que posso desenvolver, "Berlusconi controlava 90% da informação italiana" mas "85% era-lhe contrária". Por maior contradição lógica nestas duas expressões, repetidas em vários meios da informação, ambas se aproximam da verdade. Os jornais de Berlusconi foram criados num sistema de mercado concorrencial em que vence quem corresponde aos interesses da maioria. Só nas informações controladas de forma ditatorial como a de Saddam o poder é popular. Em Itália encontrei centenas de informações a chamar estúpido a Berlusconi e a deformar o que ele disse sem ninguém a defendê-lo nem a divulgar as suas palavras exactas que na realidade me parecem proféticas: a civilidade superior do ocidente de que falou Berlusconi não é a cristã contra a islâmica mas aqueles valores de liberdade e respeito de direitos humanos dos quais certo Ocidente esteva na vanguarda mas "conquistou" Oriente e muitos islâmicos.
Neste momento temos ocidentais eleitos graças ao terrorismo e islâmicos moderados rejeitados de certo Ocidente para não prejudicarem as relações com os terroristas.
Enquanto certo Ocidente se mostrou muito escandalizado por algumas humilhações psicológicas "sem sangue nem ossos partidos" para obterem dos prisioneiros confissões que poderiam salvar vidas de inocentes, essa "civilidade" que certo jornalismo ocidental defendeu sequestra voluntários humanitários pacifistas que vão àqueles países para ajudar as suas crianças, matam médicos da Associação humanitária "Medicins sans Frontières", talham cabeças de inocentes frente às câmaras para os exibirem ao mundo através das televisões e Internet.
O mundo globalizou-se, tv, rádio e Internet já não têm fronteiras. Penso que falta uma segunda língua global, um governo, uma cultura e uma civilidade mais global, tolerante e globalizadora do melhor local, intolerante com o pior local: terrorismo, sacrifício de inocentes sem razão.
Bom ou mau é sempre relativo a cada cultura e a cada conceito de civilidade. Os "bárbaros" foram sempre os outros. Com um exemplo procuro mostrar o meu conceito de civilidade e ética superior e inferior: as duas voluntárias italianas que foram para o Iraque ajudar as crianças pertencem a uma civilidade superior. Os que as raptaram, os que mandaram os aviões contra os americanos depois de receberem 43 milhões de ajudas humanitárias, os que matam crianças para fazerem política ... fazem parte de uma cultura inferior. Os ocidentais, em especial os italianos que recolhem esmolas para as bombas que matam os seus soldados de paz empenhados em reconstruir o Iraque e se manifestam desejando "10,100,1000 Nassiryia" parecem-me inferiores em civilidade, maus, estúpidos e ignorantes.
>>>Mais:
USA: I love you. Resposta a tanto anti-americanismo actual
Crianças de Bagdade, bárbaros islâmicos e colhões ocidentais - Friday, September 10th 2004
Cultura e étca indy, no-global e americana - Sunday, September 5th 2004
No festival de cinema da Veneza predominaram os filmes e a cultura americana. Até a decoração foi à americana: € 800.000...
Terrorismo, bárbaros, civilidade ocidental, línguas e sub-culturas
TERRORISMO E CRIMINALIDADE
"MINISTRO DA TERRORISTA" ,
"CIVILIDADE" À ITALIANA, CRIMINALIDADE E JUSTIÇA, ELITES E POPULARES FRENTE AO COMERCIANTE QUE MATOU O LADRÃO
VÍRUS, BURLAS, JUSTIÇA TRADICIONAL E NOVA JUSTIÇA
ADOPÇÕES E JUSTIÇA TRADICIONAL
NOVA SIBÉRIA E NOVAS LIÇÕES DA "GRANDE REVOLUÇÃO RUSSA"
ESPIONAGEM, JUSTIÇA, POLÍTICA, CRIMINALIDADE, TERRORISMO E GUERRAS
PENA DE MORTE NOS EUA VISTA DE ITÁLIA E OUTROS MORTOS ...
PENA DE MORTE, JUSTIÇA, POLÍTICA, CULTURA E ESTUPIDEZ A ALTO NÍVEL
JORNALISMO, POLÍTICA E CULTURA ITALIANA ACTUAL
ANARQUISMO, CAPITALISMO, COMUNISMO, TERRORISMO, CULTURAS E OPINIÕES
JORNALISMO, CULTURAS E MISTÉRIOS DA OPINIÃO PÚBLICA
PREOCUPAÇÕES DA CRUZ VERMELHA E BARBARIDADES DE UM SONHADOR
CÃES, CAVALOS, CRIANÇAS, TERRORISTAS E INOCENTES NA SENSIBILIDADE ITALIANA
POLÍTICA EUROPEIA:
CARTA ABERTA AO PARLAMENTO EUROPEU E AOS POLÍTICOS DA EUROPA: DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES PARA MAFIAS, TERRORISMO E BRINQUEDOS DOS MILIONÁRIOS
CARTAS ABERTAS AO PARLAMENTO EUROPEU
GLOBALIZAÇÃO:
GLOBALIZAÇÃO, DEMOCRACIA E ANARQUISMO
PELA GLOBALIZAÇÃO: DO CARTÃO COMUM DO CIDADÃO AO CARTÃO UNIVERSAL
PREPARATIVOS DO G8 DE GÉNOVA (2001.07.20-22)
" TERRORISMO, CRIMINALIDADE, G8 E GLOBALIZAÇÃO.
"GLOBAL FORUM", ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, MANIFESTAÇÕES ... VIOLÊNCIA...
IDEIAS PARA UM FUTURO "GLOBAL OU UNIVERSAL FORUM" .
G8 e GLOBALIZAÇÃO: O MORTO, OS VÂNDALOS ...
As torturas nas prisões no tempo de Saddam eram muito piores do que as americanas. Mas o anti-americanismo ocidental só viu as americanas.
http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44580&cidade=1&forcarcomentarios=S#44660
O mundo globalizou-se, tv, rádio e Internet já não têm fronteiras. Penso que falta uma segunda língua global, um governo, uma cultura e uma civilidade mais global, tolerante e globalizadora do melhor local, intolerante com o pior local: terrorismo, sacrifício de inocentes sem razão...
http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44641&cidade=1
Terrorismo, bárbaros, civilidade ocidental, línguas e sub-culturas http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44482&cidade=1
FILOSOFIA DO BEM E DO MAL, DA POLÍTICA E DA VIDA … - Sunday, August 29th 2004 http://jiimm.bravejournal.com/entry/5371
FILOSOFIA DO BEM E DO MAL, DA POLÍTICA E DA VIDA … - Sunday, August 29th 2004
PPPP: PRINCÍPIO DE PIRES OU DAS PRIORIDADES EM PIRÂMIDE - Sunday, August 29th 2004 PREFERENCIA AO MAIS IMPORTANTE AQUI E AGORA PARA UM FUTURO MELHOR. O futuro está continuamente a passar pelo presente para o passado. Mas tanto o passado individual como... Do dialecto galego à língua global, dos guetos à cultura global - Wednesday, August 25th 2004
Língua e cultura global ou local? - Tuesday, August 24th 2004 7:02 PM Tenho a impressão de que a desaparição de dialectos regionais traz mais vantagens do que desvantagens. E tenho muitas dúvidas do interesse de existir uma parte de Espanha...
USA e guerras - Monday, August 23rd 2004 11:31 PM O que me parece estranho é o facto de os USA serem acusados de responsáveis pelos mortos das guerras em que não participaram, culpados de permitirem essas guerras, (um milhão de pessoas no genocídio do Ruanda...)
Anti-americanismo: Informação é deformação, politicamente correcta ou incorrecta, segundo os pontos de vista - Monday, August 23rd 2004 Toda a informação é deformação, mesmo a mais pura verdade. Há biliões de puras verdades e não se podem dar duas informações com igual relevo. Portanto ao dar relevo... USA: ódio irracional, anti-americanismo primitivo, e deformação da informação - Monday, August 23rd 2004 6:10 PM Um jovem de regresso de umas férias no Camboja contou-me como reina a maior pobreza e atraso de vida do mundo como consequência de um ditador comunista que matou 3.000.000...
Che Guevara: Mito da liberdade? Esperança da vitória? Ou herói dos falidos, estúpidos, ignorantes e do anti-americanismo primitivo?(Sondagem) . - Wednesday, June 9th 2004 12:00 PM
Parecem-me discutíveis os aproveitamentos das tragédias do comunismo para atacar o capitalismo: Belsan: una tragedia para la Humanidad, un triunfo para el capital (??????) http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44641&cidade=1

Saturday, September 11, 2004

2004-09-11
USA: I love you. Resposta a tanto anti-americanismo actual

Neste terceiro aniversário de um ataque terrorista que senti não só contra vós mas contra a nossa civilidade, procuro compreender as razões de tanto anti-americanismo e de ataques a uma cultura e uma civilidade que é em parte a minha.
Encontro actualmente em muitos meios um ódio contra USA que procurei compreender. Parece-me um ódio irracional que encontra alimento na deformação da informação. Mas parece-me mais uma questão emocional que racional. Muitas justificações do ódio contra USA parecem-me ridículas: atribuem aos USA os mortos de Angola e Moçambique depois que Mário Soares entregou o poder aos comunistas e os soldados portugueses foram substituídos pelos cubanos da DDR e Rússia.
A popularidade do anti-americanismo manifesta-se nos jornais, nos comentos em certos fóruns, no êxito dos intelectuais e artistas anti-americanos, nos programas de televisão. Até "Panorama", a popular revista italiana de Berlusconi, a 2001-11-06, 5 dias antes deste ataque dedicou uma grande reportagem às causas desse ódio contra USA. E o tema foi retomado por um jornal brasileiro. Che Guevara voltou à TV italiana com grande publicidade. Neste momento, (2004-09-11, 7.50, Canal Italia) está um comentador a dizer que os talibâs foram criados pelos americanos. Quando o comunismo era o principal inimigo do "ocidente" os americanos aliaram-se a eles para combater o mal maior do momento. Aqui está o que eu considero a superioridade dos americanos: em cada momento sabem quais são as prioridades e são mais eficientes meios. Neste momento a prioridade é o combate ao terrorismo e a uma sub-cultura de regresso às origens de 1400 atrás que barbaramente declarou guerra aos "infiéis" e atacou o coração da nossa civilidade mais democrática, livre e civil.
O CD mais vendido no Iraque mostra uma cabeça cortada, cânticos e mensagens de ódio contra os "infiéis" "ocidentais".
O mais vendido de sempre em Itália, "Mai più", fala de mentira de uma guerra justa. Seria mais justo o petróleo do Iraque para a fortuna de Saddam e dos terroristas enquanto o povo estava na miséria?
Vi no TG3 de 2004-09-09, 14.50, mais um realizador americano do festival de Veneza que à semelhança de Moore tem grande popularidade com as suas declarações anti-americanas, em especial contra Bush e a guerra no Iraque. Em resposta ao terrorismo e rapto das voluntárias italianas disse que se devia dar mais liberdade e igualdade ...
Mas existia maior liberdade e igualdade no tempo de Saddam?
Sentir isto de um americano faz-me pensar que grande parte dos artistas da moda sabem ir ao encontro dos sentimentos da maioria. Neste momento parece-me que é moda ser contra Bush e USA como anos atrás foi moda ser contra Berlusconi.
Foi um escândalo mundial por uma americana humilhar um prisioneiro iraquiano e poucos se escandalizam de cortarem a cabeça ou matarem com um tiro na cabeça tantos inocentes e em especial os voluntários humanitários que se sacrificam para ajudar crianças e pobres.
Fui um pacifista radical que se escandalizava ao saber que se gastava com armamento e guerras o que fazia tanta falta para salvar os pobres. Ao ver que o Afeganistão mandou os terroristas contra os americanos depois de receberem 43 milhões de dólares em ajudas humanitárias compreendo que prefiram utilizar o seu dinheiro para combater o terrorismo e instalar democracias do que em ajudas humanitárias.
Ontem estive das 7 às 12 a escrever e comentar o anti-americanismo do fórum: http://portugal.indymedia.org , (1). Hoje encontrei uma enorme quantidade de mais anti-americanismo, talvez em reacção ao que eu escrevi. Em quase 4 anos que frequente quase diariamente não recordo uma única notícia a favor dos americanos, exceptuando as minhas. Um acusa-me de encontrar em cada 10 notícias sobre os EUA 9 minhas a defendê-los. É mentira. Procurei as notícias com o tema EUA e encontrei 1929. Só a 8ª era minha. Imagino que são todas ou quase contra USA. Dizem que este fórum tem cerca de dois milhões de visitas diárias, contando as outras línguas. Só recordo um de Portugal que me deu razão no apoio dos USA. Muitos pensam que estou ao serviço dos americanos e pago por qualquer organização. Na verdade faço-o porque me parece uma injustiça como certos ocidentais agradecem o que devem aos USA. Em especial os italianos pelo que devem aos USA e os portugueses porque em minha opinião devem ao facto de terem apoiado Hitler e de se terem fechado à influência americana o seu atraso até à década de 1970 a 1980. Portugal estava na cauda da Europa em quase tudo e alguns que iam trabalhar nos USA apareciam como milionários. Quando algum fazia fortuna dizia-se tinha ido à América sem passar por água.
Itália deve aos americanos a sua riqueza comparada com a miséria da Albânia de que antes fez parte. Era o país mais comunista da Europa capitalista e o que melhor se proporcionava a seguir o caminho da Albânia, Jugoslávia, Bulgária, Checoslováquia, ... Poucos reconhecem isso que me parece evidente.
Hoje passei a manhã a escrever no meu blog em italiano e navegar nas reacções às voluntárias humanitárias italianas raptadas no Iraque. Encontrei alguns a dar as culpas a Berlusconi e às tropas italianas no Iraque. Mas não tantos como para o caso dos outros italianos raptados. Só os mais próximos do "ministro da terrorista" (ex-ministro da justiça da esquerda), me parecem estúpidos ou ignorantes que preferem estar do lado de Saddam e seus resistentes saudosistas que usam os mesmos métodos.
Ao contrário da maioria dos meios que frequento e dos quais tenho informações neste momento penso que a guerra do Iraque traz mais vantagens para o mundo do que desvantagens: o petróleo do Iraque era uma das principais fontes de alimentação do terrorismo e de uma sub-cultura que declarou guerra aos "infiéis" do "Ocidente" mas que é também a civilidade de muitos orientais e islâmicos.
Ao encontrar tanta informação contrária a Berlusconi pensei que poderia escrever um livro ou uma enciclopédia sobre a inteligência de Berlusconi e a estupidez de certo jornalismo. Por mais inteligente que fosse esse livro estava condenado à falência, pelo menos neste momento. Anti-Bush e anti-Berlusconi são temas muito populares neste momento. Penso que a popularidade é uma questão mais emocional que racional. Por um lado é popular a cultura "indy": anti-Bush, anti-Berlusconi, em defesa de Saddam, de Osamma Bin Ladem e dos terroristas. Por outro lado, Oriana Fallaci, a escritora italiana que vende mais livros situa-se no pólo oposto de cultura e de emoções que me parecem quase tão irracionais como as da cultura indy quando diz que os islâmicos são todos iguais, não se aproveita nenhum, como na esquerda italiana... Compara o antio-cidentalismo e filo-islamismo com o nazi-fascismo de 1938. Eu penso que o confronto destas duas culturas, islâmica e "ocidental", está a criar as condições psicológicas das guerras e do terrorismo. Penso que a "civilidade" ocidental é muito superior não à islâmica mas àquela islâmica de regresso a 1400 anos atrás e de que falou Berlusconi a Berlim em 2001-09-26 quando meio mundo o chamou de estúpido e fui o único a defendê-lo e a acusar os jornalistas.
O jornalista Andrés Ortega escreveu:
"... As considerações de Berlusconi de que o Ocidente era bem superior ao Islã provocou sérios danos aos esforços europeus para atrair parte do mundo islâmico e alimentou esse ódio. Porém, tampouco podem ser consideradas engano: Berlusconi, como responsável político, não devia ter feito tal afirmação; mas refletiu o que muita gente sente ou pensa, voltando a jihad contra eles, os muçulmanos. No sentido contrário, também muitos muçulmanos — há 11 milhões deles na União Européia e sete milhões nos Estados Unidos — sentem-se, como afirmou o chanceler alemão, Gerhard Schröder, a primeira vítima após os mortos e feridos dos atentados de Nova York ou Washington. Provavelmente, como foi dito em Cadenabbia, estamos como o senhor K., de Brecht, quando lhe perguntaram: Em que está trabalhando agora? E ele respondeu: ‘‘No meu próximo erro’’.
Publicado no Correio Braziliense em 02/10/2001, http://www.correioweb.com.br/hotsites/guerra_terror/?t=Artigos&m=77
Os ataques terroristas do 11/9 não só fizeram mal aos ditos ocidentais mas a muitos árabes que vivem na Europa e passaram a ser vistos com preconceitos. Muitos passaram a identificar-se mais com a civilidade ocidental do que com os terroristas do regresso às origens da luta contra os infiéis. São como o "Velho do Restelo" , (que nos "Lusíadas" se opunha aos Descobrimentos), da globalização. Nenhuma inovação traz só vantagens e uma certa oposição tem a sua razão de ser para não se avançar demasiado depressa. Por duas vezes gostei da atitude dos no-global. Mas foi precisamente quando fizeram menos notícia, incluso no indy. Isto faz-me pensar que infelizmente talvez tenham razão os que dizem que nenhuma revolução se fez sem sangue.
>>> Escrevi recentemente:
Terrorismo, bárbaros, civilidade ocidental, línguas e sub-culturas http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44482&cidade=1
Che Guevara: Mito da liberdade? Esperança da vitória? Ou herói dos falidos, estúpidos, ignorantes e do anti-americanismo primitivo?(Sondagem) . - Wednesday, June 9th 2004 http://jiimm.bravejournal.com/entry/3502 Da causa comunista pela qual Che Guevara lutou parece-me que só resta a miséria cubana. Onde existe comunismo e com quais resultados?
(1) Notas e comentários:
"Caros árabes" saiu-me da emoção de ver aqueles árabes de Bagdad que se manifestaram contra os outros bárbaros e estão mais no meu coração e na minha simpatia do que certos colhões ocidentais.
http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44562&cidade=1&forcarcomentarios=S#44588
Há muitas fronteiras que não se tenham feito sem guerras?
Os 3 milhões de mortos de Angola e Moçambique devem ser mais atribuídos às culpas dos americanos ou dos russos, da DDR e cubanos que meteram lá as suas tropas?
No Iraque morreram 1000 americanos talvez para que Saddam não matasse outro milhão...
Quando Saddam invadiu o Kuwait para poder canalizar o seu petróleo para a consolidação da sua ditadura e destruir Isrel era bom? Quando USA libertou o Kuwait de um dos mais sanguinários ditadores continua a ser o mau da fita?
http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44070&cidade=1
Na Segunda Guerra Mundial morreram 200.000 e deram o principal contributo ao fim de uma guerra que matou 45.000.000.
No Vietname morreram 58.000 para impedir que um comunismo que matou 100.000.000 na Rússia, (e não sei quantos na China), alastrasse tão facilmente e causasse outras tantas vítimas no "Ocidente".
Talvez um dia haja quem reconheça aos americanos de livrarem meio mundo de ser governado por certos bárbaros com condescendência de certos colhões...
http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44476&cidade=1
Por um lado o terrorismo globalizou-se e por outro aproveita-se precisamente de aliar-se a minorias que se opõem à globalização. Eu penso que deve surgir mais global e local: globalizar o melhor e luta global contra o mal, especialmente contra o sacrifício de inocentes por políticas duvidosas. http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2004/09/290110.shtml
No-global, arte, cinema e informação http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44116&cidade=1
Não sei se será a pior droga mas certamente uma com piores danos universais é a informação deformada e parcial: cria os ódios que alimentam guerras e intolerâncias.
http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=42463&cidade=1
Parece-me que é o primeiro que me dá razão num fórum de um a dois milhões de visitas diárias. E eu penso que tenho razão no essencial: a informação deformadaa dar razão só a uma parte cria os ódios que alimentam guerras e intolerâncias.
http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=43962&cidade=1
O sonho americano não pode ser para todos. Nem nos USA está tudo bem, ético e justo. Devemos aprender com a sua eficiência mas o mundo não pode permitir-se o seu luxo e desperdício. Imaginemos que todo o mundo queria viver com o seu nível de consumo e desperdício?
http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44021&cidade=1
Por um lado o terrorismo globalizou-se e por outro aproveita-se precisamente de aliar-se a minorias que se opoem à globalização. Eu penso que deve surgir mais global e local: globalizar o melhor e luta global contra o mal, especialmente contra o sacrifício de inocentes por políticas duvidosas.
Vergonhoso! Morrem 1002 soldados americanos para libertarem o povo do Iraque de um ditador que causou a morte a mais de um milhão e dizem: "Parabens à resistência iraquiana". http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44476&cidade=1 :"O numero de baixas americanas atingiu (e já ultrapassou) o bonito numero de 1000!
Parabens à resistência iraquiana! "
Prefiro a "paz americana" à "anarquia" terrorista ou a um governo de quem os defende. "SEPTEMBER 11 OF 2001 - THE TERRORIST ATTACKS " http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44481&cidade=1
Num momento em que uns terroristas mataram centenas de crianças para defenderem a sua "cultura" ou sub-cultura ...
Num momento em que Itália está de luto porque um dos melhores exemplos da sua melhor cultura: um jornalista pacifista que arriscou a vida para ajudar iraquianos e compreender as razões da guerra foi barbaramente assassinado em nome dessa "cultura" ou sub-cultura ...
Num momento em que meio mundo, incluso o melhor do islão está revoltado contra um ataque a uma organização de voluntários humanitários não governamental com a única finalidade de ajudar as crianças e sequestro de duas italianas voluntárias humanitárias, outra iraquiana, outro voluntário ... Pessoas que sacrificam a sua vida para ajudar outros ...
Num momento em que um mundo mais civil se escandaliza com estas monstruosidades aparecem teorias duvidosas, informações falsas e muita demagogia a ofuscar do essencial: uma sub-cultura que faz política com a morte de crianças e voluntários para condicionar as eleições em Espanha, impor leis em França e Itália ...
A grandeza deste fórum está na possibilidade de eu poder ter uma opinião diferente e exprimi-la. A sua miséria está em ser quase o único que não defende os maiores criminosos, terroristas, sub-culturas, marginais delinquentes transformados em heróis, minorias "culturais", minorias linguístas e outras minorias que felizmente são minorias ... Un plan pour étendre l'hégémonie US
La Guerre des civilisations http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44478&cidade=1
Prefiro a "paz americana" à "anarquia" terrorista ou a um governo de quem os defende. "SEPTEMBER 11 OF 2001 - THE TERRORIST ATTACKS " http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44481&cidade=1
No-global, arte, cinema e informação http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44116&cidade=1
Eu penso que Mooore ficará na história como melhor exemplo de alguns vícios das democracias: a deformação da informação condiciona más políticas. Como nunca haverá consenso sobre o que é bom ou mau para uns será um exemplo de como o terrorismo e certa sub-cultura islâmica venceu ou resistiu à "ocidental". Para outros como os pobres vencem os ricos... Ou resistem aos malefícios da globalização ...
A questão de fundo está numa ética local ou global da visão do Iraque: uns povos que se consideram com uma civilização superior da qual não têm dúvidas frente aos resultados consideram ético levar essa civilização aos outros mesmo com alguns sacrifícios ou riscos que se podem transformar-se em vantagens para todos. Outros pensam que estes são ladrões que fazem guerras para lhes roubar o petróleo ...
Moore to Pursue Best Picture Oscar http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44458&cidade=1
Italiano:
Berlusconi, Prodi, civiltà occidentale, islam e giornalismo http://neo-machiavelli.ilcannocchiale.it/?id_blogdoc=255345
If you would like to help Iraqi people http://www.ruleta.nazory.cz/demo/page.php

Sunday, September 05, 2004

Cultura e étca indy, no-global e americana

No festival de cinema da Veneza predominaram os filmes e a cultura americana. Até a decoração foi à americana: € 800.000 para 60 leões. Os no-global protestaram com um leão pelas estradas com o preço marcado de 800 liras, (menos de menosde um euro).
Recordo outra manifestação dos no-global contra os gastos astronómicos com uma dita obra de arte numa praça de Milão: uma agulha gigante em homenagem à moda.
Estas duas manifestações parecem-me inteligentes e civis: a moda é um dos piores vícios da sociedade de consumo, fonte de desperdícios de energia e bens naturais para alguns se mostrarem superiores. Os gastos exagerados em decorações para depois aumentar lixo e poluição são uma vergonha enquanto há pessoas a morrer de fome.
Parece-me lamentável que certa informação deixe estas manifestações sem notícia e continue a dar importância exagerada a outras bárbaras e violentas de que se deviam envergonhar tanto pela injustiças de danos a inocentes como pela estupidez dos meios e dos fins: a Nápoles causaram centenas de feridos e danos enormes para protestarem contra Bill Gates que veio explicar como as novas tecnologias evitam as bichas da função pública. Eu foi para bichas ás 3 da noite e encontrei alguns que estavam na rua ao frio e chuva de Inverno das 20h para serem os primeiros a ser atendidos às 8 da manhã, 12 horas depois. Em 3 meses foram feitas 9 milhões de consultas num sito do Governo. Imagino que muitas delas contribuíram para obter em minutos informações como aquelas em que eu perdi várias horas nas bichas. Sobre aquilo que eu considero uma estupidez, as manifestações dos no-global no G8 de Génova, continuam no home page do indy italiano e já se escreveu demasiado. Mas o mais importante será escrito pela História. Esta notícia colocada no http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=44116&cidade=1 não teve comentários, ao contrário do enorme dossier sobre o G8 de Génova.
Vi a notícia num telejornal de uma TV de Berlusconi e esperava um grande aprofunadamento no indy de Itália que continua há mais de 3 anos com várias notícias na home page dos no-global, quando alguns destes se mostraram mais estúpidos, bárbaros e violentos: no Global Forum de Nápoles e no G8 de Génova.
A cultura americana, considerada por certos indy "darwinista de merda", dá prioridade à eficiência prática, ao pragmatismo filosófico, cultural e económico. Para isso cria uma sociedade hierarquizada segundo a eficiência, com enormes fortunas das elites mais criativas e produtivas em contraste com a miséria de uma parte da população.
Muitos "no-global" da cultura indy aproveitam as vantagens que receberam dos americanos para os combaterem: globalizam a luta com Internet e financiam-se com o uso das cartas de crédito americanas. Criam uma cultura e ética de ódio irracional em vez de aproveitarem o bem que podem receber e criticar o mal.
Os USA, (convido a não usar EUA: (1)), são um dos povos com menos passado, com o melhor e pior de meio mundo, especialmente dos fugidos das guerras europeias. Foi dos primeiros e principais colonizados a obter independência e lutar pela independência de outros, pelas liberdades, pela democracia. Com a sua eficiência e vanguarda económica atraíram os melhores cérebros de meio mundo oferecendo-lhes melhores condições e meios de trabalho. Muitos prémios Nobel foram atribuídos a americanos ou que estudaram nos USA, mas originários de várias partes do mundo. Os USA tornaram-se um dos povos mais cosmopolitas, com maior tolerância religiosa, cultural, ideológica, política. Os USA tornaram-se na vanguarda do global e local, quer porque foram pioneiros na Internet e inovações tecnológicas, quer porque os diversos estados podem ter leis locais muito diferentes.
Alguns dizem que os USA são o povo mais odiado. ( http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=35425&cidade=1 ). Algumas justificações parecem-me ridículas, mostrando ignorância, estupidez ou preconceitos: acusam os USA de responsáveis por um milhão de mortos no Ruanda porque podiam ter intervenção militar evitando o genocídio, da mesma forma que os acusam por 10.000 mortos na guerra do Kosovo que pôs termo a outro genocídio e guerra que já tinha causado mais de 250.000 mortos. Não compreendo porque acusam os USA dos milhões de mortos de regimes comunistas no Camboja, Albânia, Angola, Moçambique, etc.
Nos USA encontra-se o melhor e pior de meio mundo. Quem vai à frente comete erros que servem de lição a quem segue na retaguarda. Os USA estão na vanguarda económica e de certa cultura global que muitos contestam. Mas penso que muita dessa contestação, e anti-americanismo instintivo primitivo contribui para a exclusão de muitos benefícios que meio mundo recebe dos USA. Certo anti-americanismo parece-me uma forma de racismo semelhante ao pior racismo que existe nos USA como em quase todo o mundo. Penso que isto contribui mais para aumentar as guerras em vez de as eliminar. Parece-me que os USA tinham reduzido o empenho militar antes do 11/9 e depois retomaram o aumento do financiamento militar. Penso que os pacifistas devem orientar as suas energias para suprimir as causas das guerras, em vez de se manifestarem sobretudo quando se desarmam os piores guerreiros.
Mais:
USA: ódio irracional, anti-americanismo primitivo, e deformação da informação
USA-ONU e governo mundial
ANTI-AMERICANISMO EM CERTOS FÓRUNSINTELIGÊNCIA, ESTUPIDEZ E ÉTICA NO ANARQUISMO CAPITALISMO E COMUNISMO
Psicologia, sociologia e filosofia do anarquismo no www.pt.indymedia.org
ÉTICAS, GUERRAS E TERRORISMO
PAZ, MÁRIO SOARES, POLÍTICA, POPULISMO E HEROÍSMO
CARTA ABERTA À ONU
"JUSTIÇA SEM FRONTEIRAS"
ONU, GLOBALIZAÇÃO E GOVERNO MUNDIAL
ONU, WEB-GLOBALIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO, ÉTICA E JUSTIÇA
INFORMAÇÃO, OPINIÃO, MENTIRA E CRENÇAS MUITO DUVIDOSAS
(1)Nota:
Escrevo USA e não EUA porque penso que uma linguagem global prioritária será um dos meios mais necessários e importantes para construirmos uma fraternidade universal futura. Para isso convido todos os povos a usarmos o mesmo termo, de preferência o que já é mais usado, e não traduzirmos palavras novas. Se concorda divulgue esta ideia e se não concorda comente-a: >>>
Do dialecto galego à língua global, dos guetos à cultura global ou integração no meio
Língua e cultura global ou local?
LÍNGUA GLOBAL ou LINGUAGEM UNIVERSAL

Friday, August 27, 2004

etica_guerras_terrorismo_cultura_ocidental_war_krieg_ter_cul_west

ÉTICA, GUERRA, TERRORISMO E CULTURA OCIDENTAL

A ética, termo erudito da moral, é no essencial o comportamento recomendado em cada meio. Cada indivíduo tem a sua moral que pode ser mais ou menos concordante com a do meio em que vive, com o passado familiar ou colectivo, mais ou menos conforme ao presente ou orientada para o futuro, mais ou menos concordante com a família, local, nação ou global.
No passado as fronteiras foram quase sempre determinadas por guerras, a sobrevivência individual estava muito dependente da nação e o patriotismo foi considerado um dos valores éticos mais apreciados. Os meios de informação e a dita "cultura" contribuiu para transformar em heróis personagens que encarnavam esses valores. Recordo a minha primeira manifestação política inconsciente: frente à Sé da Guarda no meio de outras crianças tão inconscientes como eu a rezar pela beatificação de D. Nuno Álvares Pereira. Passados mais de 40 anos compreendo as motivações ocultas, inconscientes ou culturais daquela acção político religiosa: a política de Salazar pelo orgulhosamente sós juntou-se à Igreja Católica para ressuscitar um morto cuja ideologia convinha aos seus projectos: orgulho de um povo que tinha vencido Espanha e se considerava forte para enfrentar o mundo e continuar com a colonização.
Aquela minha manifestação política inconsciente faz-me lembrar as de 68 com bandeiras de Estaline e Che Guevara, do G8 de Génova com a sucessiva transformação de um marginal delinquente em herói, dos pacifistas com bandeiras de terroristas e guerrilheiros a queimarem a bandeira dos USA. Todos se consideram do lado do bem, justo, ético, moral... mas quanta inconsciência semelhante à minha de criança? Que pensarão daqui por 40 anos da ética actual?
As éticas políticas predominantes no após guerra eram comunistas ou capitalistas, dos chamados explorados e exploradores. Com a queda do comunismo e a globalização da informação deixou de ser possível manter as mentiras de parte a parte. Os falidos do comunismo uniram-se aos no-global e terroristas islâmicos ou regionais porque pensam que é justo lutar contra os vencedores, os regimes mais ricos e eficientes. As multinacionais tornam-se um dos principais objectivos. Os slogans de um século atrás só continuam em países mais atrasados. As multinacionais abandonam os regimes mais instáveis e menos seguros. E aqui surge uma diferença actual entre esquerda e direita: os USA lideram os que pensam que é seu dever moral impor democracias onde reinam ditaduras, genocídios e apoio do terrorismo; as esquerdas, sobretudo as da oposição europeia actual , opõem-se à guerra talvez mais para se oporem ao partido de direita no poder e aos USA. Dizem que o terrorismo resulta das guerras e injustiças e os americanos são colonizadores.
Quando Clinton, (esquerda americana), e D´Alema, (esquerda italiana), com poio da maioria "occidental", fizeram a guerra no Kosovo, algumas esquerdas acusaram-nos de assassinos. Esquecem que uma guerra com 10.000 mortos pôs fim a uma guerra que já tinha matado 250.000.
Essa divisão entre pacifistas da esquerda e da direita tem variado ao longo da História: os comunistas italianos aplaudiram as invasões da Hungria e Checoslováquia da parte da ex-URSS. Mas estiveram em primeira linha contra a guerra do Vietname.
Hoje, 2004-08-26, penso que os USA, (1), representam a vanguarda da cultura "ocidental", (2), não só do ponto de vista económico mas também de ética global. Os interesses económicos representam e representaram quase sempre a motivação principal das guerras mas pode ser mais ou menos ética. O petróleo do Iraque no tempo de Saddam serviu para guerras, terrorismo, corrupção, luxo de uns com a miséria de outros. Segundo senti várias vezes na tv de Itália uns 70% do petróleo serviu para esses fins. Não duvido que com os USA servirá melhor os mercados internacionais e reconstrução do Iraque.
Mais:
CARTA ABERTA À ONU
TEMPO E ÉTICA GLOBAL
Para uma web-linguagem global

Sugiro o termo: mais, zap, z@p, zaping, more, mmm, links, ou >>> para significar links, bibliografia ou informações de aprofundamento na sequência do assunto tratado. Proponho a constituição de uma comissão internacional, (dependência da ONU ou UNESCO), que trabalhe para a criação de um dicionário ou enciclopédia da linguagem global contribuindo assim para a generalização do termo com mais vantagens. Enquanto não existir nenhuma hierarquia linguística global proponho a colaboração de voluntários para a criação da futura linguagem global e promoção das ideias que cada um considera melhores. Proponho que cada um escreva por ordem de prioridade os termos que considera melhores, a começar pelo mais compreensível ou pelo que em sua opinião deve tornar-se termo universal prioritário. Por exemplo eu hoje escreverei: "Mais, (>>>, zap, mmm)" porque é mais compreensível em português mas pode acontecer que no futuro seja difuso o símbolo >>> ou zap, (avreviatura de zapping), mmm, (primeira letra de more repetida 3 vezes).
Mais:
USA (não EUA).
Colabore com as suas ideias ou traduza e comente as minhas:
SPAM, SPIM OU CRIME? JUSTIÇA E POLÍCIA SEM FRONTEIRAS PRECISAM-SESPAM E ONU, GLOBALIZAÇÃO E GOVERNO MUNDIAL
ONU, WEB-GLOBALIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO, ÉTICA E JUSTIÇA
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SPAM, ÉTICA GLOBAL E CONSUMISMO
JUSTIÇA SEM FRONTEIRAS

Thursday, August 26, 2004

ÉTICA, GUERRA, TERRORISMO E CULTURA OCIDENTAL


A ética, termo mais erudito ou filosófico para moral, é no essencial o comportamento recomendado em cada meio para maior utilidade social. Com a globalização da Internet e novas tecnologias a moral, ética ou deontologia local contrasta muitas vezes com o interesse global ou universal.
A ONU pode ser a principal promotora de uma ética e moral de maior utilidade social global de Internet e novas tecnologias, de melhor convivência de todos os povos sem guerras, terrorismo e contínuas lutas que podem terminar no benefício dos mais fortes.
Cada indivíduo tem a sua moral que pode ser mais ou menos concordante com a do meio em que vive, com o passado familiar ou coletivo, mais ou menos conforme ao presente ou orientada para o futuro, mais ou menos concordante com a família, local, nação ou global.
No passado as fronteiras foram quase sempre determinadas por guerras, a sobrevivência individual estava muito dependente da nação e o patriotismo foi considerado um dos valores éticos mais apreciados. Os meios de informação e a dita "cultura" contribuiu para transformar em heróis personagens que encarnavam esses valores. Recordo a minha primeira manifestação política inconsciente: frente à Sé da Guarda no meio de outras crianças tão inconscientes como eu a rezar pela beatificação de D. Nuno Álvares Pereira. Passados mais de 40 anos compreendo as motivações ocultas, inconscientes ou culturais daquela acção político religiosa: a política de Salazar pelo orgulhosamente sós juntou-se à Igreja Católica para ressuscitar um morto cuja ideologia convinha aos seus projectos: orgulho de um povo que tinha vencido Espanha e se considerava forte para enfrentar o mundo e continuar com a colonização.
Aquela minha manifestação política inconsciente faz-me lembrar as de 68 com bandeiras de Stalin e Che Guevara, do G8 de Génova com a sucessiva transformação de um marginal delinquente em herói, dos pacifistas com bandeiras de terroristas e guerrilheiros a queimarem a bandeira dos USA. Os manifestantes pela liberdade com as bandeiras de Stalin não sabiam que foram condenados à morte 17 milhões de pessoas por divergências de opinião. Um número incomparavelmente superior ao nazismo do tempo de Hitler onde os condenados à morte por opinião forma pouco mais de 5.000. Todos se consideram do lado do bem, justo, ético, moral... mas quanta inconsciência semelhante à minha de criança? Que pensarão daqui por 40 anos da ética actual?
As éticas políticas predominantes no após guerra eram comunistas ou capitalistas, dos chamados explorados e exploradores. Com a queda do comunismo e a globalização da informação deixou de ser possível manter as mentiras de parte a parte. Os falidos do comunismo uniram-se aos no-global e terroristas islâmicos ou regionais porque pensam que é justo lutar contra os vencedores, os regimes mais ricos e eficientes. As multinacionais tornam-se um dos principais objectivos. Os slogans de um século atrás só continuam em países mais atrasados. As multinacionais abandonam os regimes mais instáveis e menos seguros. E aqui surge uma diferença actual entre esquerda e direita: os USA lideram os que pensam que é seu dever moral impor democracias onde reinam ditaduras, genocídios e apoio do terrorismo; as esquerdas, sobretudo as da oposição europeia actual , opõem-se à guerra talvez mais para se oporem ao partido de direita no poder e aos USA. Dizem que o terrorismo resulta das guerras e injustiças e os americanos são colonizadores.
Quando Clinton, (esquerda americana), e D´Alema, (esquerda italiana), com poio da maioria "occidental", fizeram a guerra no Kosovo, algumas esquerdas acusaram-nos de assassinos. Esquecem que uma guerra com 10.000 mortos pôs fim a uma guerra que já tinha matado 250.000.
Essa divisão entre pacifistas da esquerda e da direita tem variado ao longo da História: os comunistas italianos aplaudiram as invasões da Hungria e Checoslováquia da parte da ex-URSS. Mas estiveram em primeira linha contra a guerra do Vietname.
Hoje, 2004-08-26, penso que os USA, (1), representam a vanguarda da cultura "ocidental", (2), não só do ponto de vista económico mas também de ética global. Os interesses económicos representam e representaram quase sempre a motivação principal das guerras mas pode ser mais ou menos ética. O petróleo do Iraque no tempo de Saddam serviu para guerras, terrorismo, corrupção, luxo de uns com a miséria de outros. Segundo senti várias vezes na tv de Itália uns 70% do petróleo serviu para esses fins. Não duvido que com os USA servirá melhor os mercados internacionais e reconstrução do Iraque.
Em Itália encontram-se posições extremas na escritora mais famosa e que vende mais livros sobre o assunto: Oriana Fallaci e no fórum www.itlaia.indymedia.org .
Mais, zap, (3):


"JUSTIÇA SEM FRONTEIRAS" :HTTP://XOOMER.VIRGILIO.IT/JIIMM/JSF.HTM
DIÁRIO DE LUTA CONTRA O SPAM: HTTP://XOOMER.VIRGILIO.IT/JIIMM/DL0305.HTM
ONU, GLOBALIZAÇÃO E GOVERNO MUNDIAL
ONU, WEB-GLOBALIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO, ÉTICA E JUSTIÇA
CONRA O SPAM
SPAM, ÉTICA GLOBAL E CONSUMISMO
JUSTIÇA SEM FRONTEIRAS  

Nota: Escrevo USA e não EUA porque penso que uma linguagem global prioritária será um dos meios mais necessários e importantes para construirmos uma fraternidade universal futura. Para isso convido todos os povos a usarmos o mesmo termo, de preferência o que já é mais usado, e não traduzirmos palavras novas. Se concorda divulgue esta ideia e se não concorda comente-a. Mais, (zap, >>>, (3), para saber mais sobre o assunto): http://xoomer.virgilio.it/jiimm/wl.htm .
Sugiro o uso de USA em vez de EUA porque:
Tempo é vida e se todo o mundo deixar de traduzir siglas, nomes próprios, novos nomes, etc. economizamos milhões de horas no futuro. Mais:
O mundo globaliza-se e uma língua global pode ser o melhor meio de favorecer uma melhor convivência global.
O uso standard de termos internacionais facilita os programas de pc, uso de Internet, pesquisa, investigação, etc. Na medida em que caminharmos para uma linguagem única estamos a oferecer um presente de eficiência e economia de tempo às gerações futuras.
Cultura "ocidental": originária da Europa Ocidental, talvez possamos colocar o início nos valores proclamados pela Revolução Francesa, exportada primeiro para os USA e para parte do Oriente, especialmente Japão. Caracteriza-se sobretudo pela democracia política e pela liberdade de opinião, de culto e de ideologia. No seu oposto encontra-se o terrorismo islâmico dos que odeiam e lutam contra os "infiéis" por motivos religiosos revivendo as guerras religiosas da Idade Média, regressando ás origens dos profetas guerreiros islâmicos. Com a globalização muitos orientais islâmicos moderados assimilaram a cultura ocidental e muitos ocidentais uniram-se aos terroristas islâmicos contra a civilidade Ocidental. Há fóruns ocidentais a quase 100% contra USA, Israel, falando de Saddam ou Osama Bin Laden quase só para os defenderem e dizerem que são um produto americano. De facto o pragmatismo americano usou-os quando a prioridade política era a luta contra o comunismo.
Sugiro o termo: zap, ou z@p, ou zaping, ou more, ou mmm, ou >>> ou mais para links, bibliografia ou informações para aprofundamento na sequência do assunto tratado. Proponho a constituição de uma comissão internacional, (dependência da ONU ou UNESCO), que trabalhe para a criação de um dicionário ou enciclopédia da linguagem global contribuindo assim para a generalização do termo com mais vantagens. Enquanto não existir nenhuma hierarquia linguística global proponho a colaboração de voluntários para a criação da futura linguagem global e promoção das ideias que cada um considera melhores. Proponho que cada um escreva por ordem de prioridade os termos que considera melhores, a começar pelo mais compreensível ou pelo que em sua opinião deve tornar-se termo universal prioritário. Por exemplo eu hoje escreverei: "Mais, (>>>, zap, mmm)" porque é mais compreensível em português mas pode acontecer que no futuro seja difuso o símbolo >>> ou zap, (avreviatura de zapping), mmm, (primeira letra de more repetida 3 vezes).

Thursday, June 17, 2004

ONU-USA and world government

USA e ONU can be leathers of the world government. One is the best capitalist model and the other the best world communist model. Who make better?

USA, as World leader of the Web, have a special responsibility in the use with ethic and justice.
ONU, as world most famous organization, can be leather of a culture, a behaviour and a justice for a better use of all is global.

I INVITE THE ONU and USA TO CREATE POLICE AND JUSTICE WITHOUT FRONTIERS AGAINST SPAM, SWINDLE, VIRUS AND OTHER CRIMES IN THE INTERNET.

FOR A BETTER WORLD, COLLABORATE FOR A BETTER WEB.

TIME IS MORE THAN MONEY, TIME IS LIFE.

WHO STEALS TIME IS A THIEF, EXACTLY CRIMINAL OVER ALL STEALS TIME WITH BADNESS, WITHOUT A JOUST CAUSE.
WHO CAUSE UNJUST And UNJUSTIFIED DAMAGES MUST REPAIR THE VICTIMS And the SOCIETY In the MEASURE Of POSSIBLE.
OLD AND DULL JUSTICE MUST GIVE PLACE To a NEW JUSTICE, "INTERNATIONAL COURT OF COMMON-SENSE" AGAINST NEW WEB CRIMES JUSTICE WITHOUT BORDERS AGAINST The CRIMES WITHOUT BORDERS.
NEW CRIMES And FUTURES FOR WHICH OLD DULL JUSTICE DOES NOT HAVE LAWS MUST BE JUDGED WITH the PRINCIPLE MOST ELEMENTARY Of COMMON-SENSE OF JUSTICE: REPAIR THE VICTIMS And EDUCATION Of the CRIMINALS.

Every body lost a lot of time and a lot of opportunities because there are too match spam and swindle in e-mail and web. A new and more efficient international justice can make a lot for a better world.
Only the ONU can make a global control for global benefices.
I invite all governments, justice and polices to give power to the ONU and collaborate for justice in the world.

VOLUNTEERS FOR A BETTER WORLD AND WEB
Against SPAM, SCWINDEL, CRIMINALITY.

For a better Web and a better World I invite to collaborate, by translation for other languages what You agree, comments and divulgation.

If you agree with my mission, I invite You to translate in other languages, to divulge, to reveal, to Wright in better English, to make Your best for a better world and Web.
One more time a virus of astronomical damages, one more time the author was imprisoned and rank in freedom without repair the victims. Is this justice? Or stupidity? Or dull old justice? The author of the virus Sasser, (that he had ruined millions of PCs in the whole world and caused astronomical damages), was imprisoned in Germany and rank in freedom after having confessed, without the minimum reparation to the victims.
The most elementary principle justice must be: WHO MAKES DAMAGES HAD TO REPAIR THE VICTIMS IN THE MEASURE OF THE POSSIBLE. This principle is better than old treated of old justice.
The minister of the Justice of the Philippines was excused of one another author of a virus to have been rank in freedom saying that legislation for these new crimes did not exist. I think this minister is not intelligent. But my revolt increases when this happens in a country that I consider intelligent and civil as Germany, (Waffensen, close to Rotenburg).
I invite for a campaign that goal in ridicule this justice and educates for the best use of the Internet. I invite volunteers for a campaign for a better Web by divulgation "on line" of this sounding provocation: Bill Gates offered 250,000 USS to capture the author of the virus. Stupid old justice rank in freedom after was captured. Can be better if Bill Gates offered this money for:
1. A university of judges with a minimum of good sense and judgment, (not so stupid like the minister of justice from Philipins and … from Germany), who learn to make one better justice, more adapted to the now and future times that more in account has the social interest and the joust repair of the victims.
2, Premiums the intellectuals, artists and journalists whom they educate for ethics of global connivance.
3, Arrest-school-work for authors of virus and judges who place them in freedom without repair the victims. Authors of virus or other damages, responsible and irresponsible of stupidity, (the one that calls "justice"), that places them in freedom must be condemned to make social services to repair the victims and to repair the social damages.
I lost a lot of time and a lot of opportunities because there are too match spam and swindle in e-mail and web. A lot of millions now and billions in the future can received more benefices with a web with ought spam, swindle and criminality. A new and more efficient international justice can make a lot for a better world.
SPAM CAN BE BIG CRIMINALS FOR THE TIME AND MONEY THAT THEY STEAL.
ONLY IN ONE YEAR, (2002), AND ONLY IN USA THE "SPAMMING" STEAL TIME FOR 9 MILLIARD US$. THIS ACTIVITY CAN BE VERY CRIMINAL. Only in 2004 was condemned the first spammer.
INVITATION FOR INTERNATIONAL POLICE AND JUSTICE: Help the world, please, investigate spam, swindle and CRIMINALITY IN THE WEB: VOLUNTEERS AGAISNT SPAMMING: http://members.xoom.it/jiimm/vas.htm

I invite volunteers for a better web to translate from Portuguese, or correct my English and put it in others forums.
Thanks for translation from Portuguese:
ONU, GLOBALIZAÇÃO E GOVERNO MUNDIAL: http://members.xoom.it/jiimm/gog.htm
ONU, WEB-GLOBALIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO, ÉTICA E JUSTIÇA: http://members.xoom.it/jiimm/goo.htm
CONTRIBUIA PARA UM MUNDO MELHOR, COLABORE CONTRA O "SPAM" : http://members.xoom.it/jiimm/vbws.htm
CARTA ABERTA À ONU: http://members.xoom.it/jiimm/cos.htm .
SPAM, ÉTICA GLOBAL, CONSUMISMO... : http://members.xoom.it/jiimm/ges.htm
"JUSTIÇA SEM FRONTEIRAS" : http://members.xoom.it/jiimm/jsf.htm
DIÁRIO DE LUTA CONTRA O SPAM: http://members.xoom.it/jiimm/dl0305.htm

More in other languages:
English : http://members.xoom.it/jiimm/vmm-e.htm
Spanish: http://members.xoom.it/jiimm/vmm-s.htm ,
French: http://members.xoom.it/jiimm/vmm-f.htm ,
German: http://members.xoom.it/jiimm/vmm-d.htm ,
Italian: http://members.xoom.it/jiimm/vmm-i.htm ,
Portuguese: http://members.xoom.it/jiimm/vmm-p.htm .

USA e ONU são dois exemplos muito diferentes de globalização. Com o contínuo desenvolvimento de Internet e novas tecnologias torna-se cada vez mais urgente um governo, justiça, ética, moral, deontologia, civilidade e boas maneiras de comportamento online e em tudo o que tem mais consequências globais, não tem fronteiras. Mas será melhor o pragmatismo de USA ou burocracias da ONU?