Tuesday, August 29, 2006

PAZ E PACIFISMOS PARCIAIS NO FÓRUM DE INDYMEDIA VISTOS POR UM “ADVOGADO DO DIABO” (AD)

“A PAZ é um importantíssimo alvo a atingir. A luta pela paz é dos povos e tem de ser massiva. Esta MANIFESTAÇÃO é aberta e plural. Todos nos podemos rever, todos os amantes da paz se podem rever nos seus objectivos. Mãos à obra. Vamos fazer uma grande acção pela PAZ! DIVULGUEMOS POR TODA A PARTE, POR TODAS AS LISTAS QUE TEMOS ESTE APELO.”
(AD: “Até aqui estou plenamente de acordo. Como um perito de retórica começa com normas ideais universais contra as quais só os piores não estarão de acordo. Depois continua com conclusões menos evidentes:” )
MANIFESTAÇÃO Pela Paz, contra a guerra e a ocupação do Iraque.
(AD: “Parece-me que as guerras americanas foram mais libertação de ditaduras e pacificação do que ocupação. Os planos de Saddam, encontrados numa residência do filho, previam guerras para o predomínio no Médio Oriente e a destruição de Israel. As duas guerras que promoveu, entravam nesses planos e mostram uma personalidade pouco pacifista. Seria mais paz se Saddam não fosse obrigado a recuar da ocupação militar do Kuwait e continuasse a orientar o petróleo para apoiar terrorismo?” )
Na sequência do apelo dos Movimentos da Paz norte americanos e das decisões da Assembleia Europeia de Movimentos Sociais, realizada Novembro passado em Paris, as organizações abaixo-assinados apelam à mobilização global pela Paz, contra a guerra e a ocupação do Iraque ...
(AD: “Ocupação ou libertação de uma ditadura que promoveu guerras e miséria? Não será algo idêntico ao que USA fizeram em Itália, Alemanha, etc., depois da 2ª Guerra Mundial?” )
ESTA FOI A GUERRA MAIS CONTESTADA. É bom recordar que, para além da recusa da ONU e outras instâncias internacionais em dar o aval que os EUA procuravam, por todo o mundo, mesmo antes da guerra ter lugar, foi viva, numerosa, diversa e abrangente a oposição da opinião pública mundial. Em Portugal e no mundo, a 15/2 e a 20 e 22/3 e 25/10, manifestaram-se milhões e milhões de pessoas que se recusaram a aceitar a vontade imperial e a mentira amplificada.
A verdade é que a mobilização contra a ocupação se justifica, não parou e não pode parar. SOB O SIGNO DA MENTIRA. À luz do direito internacional, a invasão do Iraque foi um acto criminoso. Sem base legal e à revelia da ONU, os Estados Unidos, secundados pela Grã-Bretanha e outros Estados, fabricaram justificações para o ataque: as armas de destruição massiva iraquianas são uma das mentiras mais vezes repetidas da História. A mentira tem pernas curtas: a guerra é por petróleo e pelo domínio do mundo.
(AD: “Há quem diga que nem todo o petróleo do Iraque pagaria os custos desta guerra. Nesta, como em todas as guerras, misturam-se interesses económicos, (petróleo), com nobres ideais, (combate ao terrorismo internacional). Não há dúvida que ambos estão presentes. Para mi o mais importante é saber: esta guerra serviu para evitar terrorismo e mais guerras? Serviu para suprimir as fontes do petróleo que mais alimentavam o terrorismo? Serviu para melhorar o mundo? ” )
“Entretanto, a substituição da ditadura de Saddam pela administração colonial agravou a miséria das populações. A insegurança nas ruas e a morte passaram a fazer parte do dia-a-dia do Iraque. A Amnistia Internacional tem denunciado a prática de crimes de guerra. Aos maus-tratos dos ocupantes a prisioneiros e os casos de "punição colectiva" exercida pelos militares norte-americanos e ingleses sobre famílias e casas de alegados resistentes, reproduzindo os hábitos das forças militares israelitas na Palestina somam-se verdadeiros actos terroristas contra civis indiscriminados, numa autêntica espiral de violência. Todas estas práticas são condenadas pela Convenção de Genebra. As ocupações do Iraque e da Palestina tornam o mundo um lugar menos seguro. BUSH FORA DO IRAQUE! O governo português comprometeu-se desde a primeira hora com o projecto norte-americano de ocupação do Iraque. A invasão foi anunciada nos Açores, sob a bandeira portuguesa. Mas o envio de 128 militares da GNR e o patrocínio à participação de um português no governo da ocupação, presidido por Paul Bremer,, além da utilização continuada da Base das Lajes, são os aspectos mais graves da submissão do governo português aos desígnios imperiais de George Bush. Só a retirada das tropas ocupantes pode abrir condições políticas e de segurança que garantam a transferência democrática da soberania para o povo iraquiano. Acabemos com a subordinação: a GNR deve regressar. SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL. A 15 de Fevereiro de 2003, teve lugar a primeira manifestação mundial contra esta guerra. Essa mobilização atrasou, mas não pôde impedir a invasão do Iraque e o seu cortejo de horrores.
(AD: “Ouvi de pessoas que conheceram bem o regime de Saddam falar dos horrores e da miséria do seu povo em contraste com a opulência pessoal e familiar. Das informações que tenho parece-me que os horrores desta guerra são uma insignificância comparada com os horrores de Saddam.” )
Hoje, um ano depois do início da guerra no Iraque, a solidariedade internacional é essencial para parar a guerra, exigir a retirada das tropas ocupantes e a devolução da soberania ao povo iraquiano. 20 de Março, 2004. De ambos os lados do Atlântico, nos cinco continentes, erguem-se de novo as vozes que exigem paz e justiça.
(AD: “Espero numa paz e justiça melhor do que a de Saddam. Saberá quem escreve estes lindos ideais que Saddam era dos homens mais ricos do mundo enquanto o seu povo passava fome? Sabem que tinha palácios luxuosos? Que só um filho tinha 1300 carros de luxo com interiores de ouro? Que pagava 25.000 US$ às famílias de cada terrorista que explodia entre civis?” )
Guerre contre l'Irak : médias intégrés, médias contrôlés
(AD: Saberá quem escreve isto que Saddam foi votado a 100% porque a informação era controlada pelo filho e quem escrevesse algo contrário riscava a morte? Até um escritor do Iraque fugido para Itália foi ameaçado de morte pelo embaixador do Iraque a Roma, aquele ridículo ministro da informação que continuava a anunciar vitórias de Saddam com os americanos às suas costas. )
Indymedia era o meu fórum preferido antes de cortarem os meus comentários e de se transformar em exclusiva desinformação anti-Israel e anti-USA.
Lendo “La Nuova America” de Samuel P. Huntington tive a impressão que podia escrever um livro ou uma enciclopédia sobre a desinformação do fórum Indymedia e informação islâmica ou comunista. Tenho a impressão certa esquerda ocidental que tem a sua expressão máxima no Indymedia está unida pelo anti-americanismo. Com a desaparição do comunismo, queda da Rússia e capitalização do comunismo chinês procurou no terrorismo islâmico o apoio para lutar contra USA considerados fonte de todos os males.
A primeira vez que notei censura aos meus escritos foi: A superioridade da "nossa" civilidade sempre justificou guerras, os "bárbaros" sempre foram os outros,...
Durante muitos anos fui das poucas vozes que não era contra USA e Israel. Depois passaram a cortar os meus comentários.
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1 comment:

Pires Portugal said...

Simon Peres disse que Jean Monet fez mais por Europa do que Napoleão. O que Jean Monet fez pela Europa deve ser feito no Médio Oriente. E eu acrescento em todo o mundo: cultura, ética e justiça que acompanhe a evolução para uma convivência global. >>> http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Monnet .
Fome, capitalismo, comunismo, anarquia, guerra e informação Indymedia
http://usa-onu.blogspot.com/2006/09/fome-capitalismo-comunismo-anarquia.html
Para isso eu proponho um fórum global da Onu que em vez de difundir uma cultura de ódio de uns contra os outros ajude a compreender os outros e educar para a tolerância do bom ou inofensifo e intolerância do que é contrário à convivência: guerra, terrorismo e criminalidade: >>> ONU-UNESCO-forum para um futuro global http://onu-w-gov.blogspot.com/2006/08/onu-unesco-forum-para-um-futuro-global.html

USA e ONU são dois exemplos muito diferentes de globalização. Com o contínuo desenvolvimento de Internet e novas tecnologias torna-se cada vez mais urgente um governo, justiça, ética, moral, deontologia, civilidade e boas maneiras de comportamento online e em tudo o que tem mais consequências globais, não tem fronteiras. Mas será melhor o pragmatismo de USA ou burocracias da ONU?